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Afinal há cravos vermelhos!

26/04/2014

Já andava eu triste da vida porque nem um cravo vermelho, nem nada que se lhe assemelhasse, eu encontrava por aqui, quando, e mais uma vez numa rede social, um dos abrilistas da minha vida me mostrou o caminho de poder festejar o 25 de Abril de cravo ao peito.
Das mãos abrilistas das senhoras da casa saiu esta obra da qual me orgulho muito!

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40 anos de liberdade, 40 anos de VIDA

25/04/2014

A todos os que refilam contra as grandes comemorações do dia de hoje. A todos os que reclamam da quantidade de cravos e canções de Abril por essa internet fora. A todos os que ainda lutam contra esta data e a querem esquecida. A todos os que hoje têm LIBERDADE de EXPRESSÃO para se manifestarem contra tudo isto. A todos eu desejo:

Um ÓPTIMO 25 DE ABRIL DE 2014!!!!!! 

E a todos os que têm menos de 40 anos, eu desejo vida longa em democracia sem saber o que é uma ditadura!!!

Saudações abrilistas,

Maria Sardinha e António Carapau

das conspirações

18/04/2014

Sabes que o universo conspira a teu favor, quando ouves na rádio aquela voz, a cantar aquela música, um minuto depois de se reencontrarem.

Académica, liberdade, revolução

17/04/2014

“O” documentário. É ver senhores, é ver.

Como a ditadura começa a cair em 69.

dos amores, da liberdade e das revoluções

17/04/2014

Coimbra, 17 de Abril de 1969: o início do fim, ou o primeiro dia do resto das nossas vidas.

Há quem tenha dois amores, eu tenho duas revoluções.

Abril

Liberdade

Vida

por Mafalda

fotografia by Mafalda

 

[para além dos cravos, as papoilas são, também para mim, símbolo de Abril, de liberdade, de amor, de revolução]

Nova vida

13/04/2014

A mãe chegou, o endereço mudou, o sol brilha no quintal de casa onde estão marcados 37 graus e a vizinhança (também pelos seus meios de transporte) vai-se revelando muito boa onda!

O sorriso nos olhos e a paz no lado esquerdo do peito também.

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das fraquezas da vida

11/04/2014

 

“A moça levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”

Dom Casmurro, Machado de Assis