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abraço

14/01/2013

“(…) convidei-te para passearmos em Belém no domingo, o rio, os pescadores, essas tretas, com sorte um abraço, com sorte aquilo que os escritores denominam olhares significativos, dava sei lá o quê por um olhar significativo mais unhas vermelhas, mais meias pretas, mais brincos grandes, mais a minha psico-somaticidade aos saltos, mais um abraço, quero um abraço, exijo um abraço, não me recuse um abraço, porque razão é má para mim, chamar-te (…)”

António Lobo Antunes, O malandreco

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